Um grande abraço...

Olá Pessoal tudo bem? Confesso que estou cansado até agora, quando já se passaram 03 dias da corrida. Realmente no dia estava muito abafado e eu me senti pesado, também cheguei a pensar em desistir, mas lembrei-me do nosso amigo Marildo que se arrependeu desta decisão em uma corrida anterior, rsrsrs... resolvi continuar. Valeu pela união de nossa equipe e para o ano de 2007 esperamos contar com todos e mais alguem. Vamos treinar muuuuuiiito, abraços a todos, obrigado por tudo.

 

João Paulo Solano Lopes

solanojoao@yahoo.com.br 

28/11/2006 23:31



Escrito por Marildo às 08h08
[] [envie esta mensagem] []



5ª Etapa do Campeonato Santista de Pedestrianismo - UNIMES



Escrito por Marildo às 14h00
[] [envie esta mensagem] []



Voltando aos Treinos

Bem pessoal após 08 dias de descanso (de 03 a 10/11) voltei no dia 11/11 a treinar!

Estava me sentindo muito cansado e sendo assim resolvi dar uma bela parada para descansar. Mas a moleza acabou, afinal não corro apenas para me divertir e sim por necessidade física e sendo assim minhas atividades esportivas não podem ser interrompidas por muito tempo, pois caso isso aconteça, passo a ter problemas com meu colesterol, triglicérides e etc...

A volta foi meio que dolorida...não no sentido físico, mas sim no psicológico, afinal tive que voltar sozinho a correr no sábado uma vez que João Paulo que treina sempre comigo foi aconselhado por seu médico a também dar uma parada...encontra-se com baixa resistência...e deve voltar somente após o dia 15/11...se for liberado.

Bem, voltei treinando 12 Km num ritmo bastante lento e me senti muito bem...no domingo voltei para correr mais 13Km também num ritmo bastante lento só que desta vez tive a companhia de meu primo Dinho que me distraiu durante o percurso conversando e contando casos...foi bom...ao final para coroar o treinamento tomei uma verdadeira ducha natural...chovia muito e eu lentamente me dirigi para casa curtindo muito aquela situação...por onde passava chamava atenção por minha displicência e minha vontade de me molhar...me senti um moleque outra vez fazendo travessuras...risos...valeu...

Agora devo seguir minha planilha com mais dedicação treinando velocidade (que não gosto muito) e resistência a fim de cumprir meu ultimo compromisso do ano que é a 5ª Etapa do Campeonato Santista no dia 26/11, para depois elaborar meu balanço final a respeito do ano de 2006...que já posso ir adiantando foi muito bom....risos

Torço pela recuperação rápida de meu amigo João Paulo e de Roberto que também esta no estaleiro em razão de uma tendinite nas mãos...Vamos com calma pessoal que a máquina já é antiga e se forçar muito funde o motor...muitos risos...

Abraços



Escrito por Marildo às 09h14
[] [envie esta mensagem] []



Mistérios da Mente

Baixo rendimento em treinos e competições pode ser de fundo psicológico

O rendimento nos treinamentos ou competições está abaixo do normal. Exames clínicos apontam que fisicamente o atleta não apresenta nenhuma deficiência. Também não tem um problema emocional aparente que explique o fato. O que fazer? Esportistas de diferentes níveis, do amador ao profissional, enfrentaram esse tipo de situação. Sentiram angústia de não conseguir reverter suor e empenho em marcas. Nesses casos, é preciso mergulhar fundo na psique do corredor em busca do equilíbrio entre corpo e mente.

O primeiro passo desse equilíbrio é eliminar qualquer probabilidade de problemas físicos, explica a psicóloga esportiva Maria Carolina Rodrigues, doutoranda da Faculdade de Educação Física da Unicamp.

"Em seguida, deve-se procurar investigar questões a respeito da vida do atleta. Qualquer indício de alteração na rotina, seja no contexto esportivo ou na vida pessoal, mesmo que aparentemente insignificante, pode trazer conseqüências para o atleta como desmotivação e baixo rendimento. Isso se dá pelo fato de que algumas reações emocionais são inconscientes e, portanto não reconhecidas pelo atleta, o que torna difícil, muitas vezes, diagnosticar inicialmente os motivos reais pelo qual o esportista apresenta este comportamento".

Segundo o treinador Luis Bernardi, da equipe Find Yourself, nesses casos o técnico tem que ser o "ombro amigo" para poder ajudar o corredor. "A melhor solução é tentar uma aproximação mais íntima da vida do atleta, dos seus anseios, objetivos, dificuldades. Tentar ser um ouvido amigo, conselheiro, esquecendo o papel de técnico, de resultados, de cobrança de treinamento, etc. Entender o processo de angústia ou medo, e por intermédio de uma interação maior, mostrar comprometimento na história da pessoa".

Com relação ao grau de influência da mente no rendimento esportivo, uma coisa é certa. Atleta intranqüilo não rende. "Até hoje não foi estabelecido um estudo da magnitude da influência e poder da mente. Creio que é maior do que provavelmente imaginamos", comenta o médico e treinador Henrique Viana.

E a psicóloga esportiva completa: "Não existe um momento determinado para a influência da mente. O que existem são momentos em que o atleta utiliza mais essa condição emocional para superar situações na competição que exijam mais dele como: decisão de pontos, final de jogo, recuperação de resultados, etc".

A experiência de Bernardi também comprova que o corpo depende da mente para executar o melhor. "Não adianta você ter uma excelente capacitação física se não sabe lidar com determinadas situações, tais como correr na frente, ganhar, perder, cobranças de patrocinador e familiares. Um equilíbrio entre os treinamentos e objetivos a serem alcançados faz a diferença na hora de conquistar tais metas. O atleta precisa confiar no caminho a ser seguido, ter boa auto-estima e principalmente tranqüilidade na hora de ser colocado em desafio. Vale ressaltar que expectativa e ansiedade devem existir na medida certa para não se reverter um quadro positivo em negativo."

Profissionais aconselham estar sempre atento ao comportamento do corredor, tanto dentro quanto fora de treinos e provas. Normalmente, quando o problema é de ordem emocional, o próprio atleta começa a dar indícios de seu desequilíbrio, já que a prática esportiva exige uma condição psicológica adequada para o cumprimento das metas. Falta de concentração, cansaço excessivo, nível elevado de ansiedade, lesões constantes e alto rendimento em treinos com resposta contrária em competição são alguns sinais de que o praticante não está bem psicologicamente.

Diversos fatores emocionais podem causar efeitos negativos na performance, como baixa autoconfiança, problemas externos ao contexto esportivo (família, relacionamentos), dificuldades na relação com o técnico e/ou equipe, cumprimento de metas irreais e excesso de treinamento (overtraining). As soluções são várias, as quais sempre dependerão da complexidade de cada caso. Um atleta é diferente do outro, tem um perfil psicológico diferenciado. O mais importante, no entanto, é estar entregue a um profissional adequado para oferecer-lhe as diversas soluções. Por isso técnicos e coordenadores de equipe apostam no trabalho multidisciplinar, o qual dá suporte completo ao corredor em qualquer situação.

"Depois de diagnosticado o problema, devemos definir por uma abordagem mais direcionada conforme a gravidade encontrada, seja por uma simples conversa com o técnico como um encaminhamento para a psicologia esportiva", relata o coordenador da equipe Pé de Vento (RJ), Henrique Viana. Para Luis Bernardi, o psicólogo do esporte é um profissional importante na evolução de um atleta, pois tem capacitação para perceber a realidade do corredor com ele mesmo, bem como a sua interação dentro da equipe.

Constatar que o grande obstáculo do corredor é psicológico se torna uma tarefa difícil pelo fato de o próprio atleta dificilmente falar sobre o assunto ou se conscientizar da situação. Por isso o treinador Gilmário Mendes Madureira, diretor-técnico da Multsport Clube de Corredores, afirma que a confiança mútua entre técnico e aluno é fundamental para elucidar o problema.

"Muitos atletas se fecham e fica difícil penetrar no seu mundo. O treino à distância nem permite que estes fatos venham à tona. Mas quando o convívio é quase que diário, o técnico deve intervir o mais rápido possível. Não vejo muitas chances do atleta resolver o seu problema sozinho. Nem que seja um amigo, ele tem de procurar".

Por Renata Rondini

Matéria publicada originalmente na Revista SuperAção (Ed. 13)



Escrito por Marildo às 11h12
[] [envie esta mensagem] []



Descanso...

Saber dosar períodos de treinamento com descanso é a chave para o sucesso no esporte

Na ansiedade por vencer os próprios limites, muitos atletas deixam o descanso de lado. Acreditam que dar um tempo de repouso ao organismo é perda de tempo. É preciso treinar, treinar, treinar, competir, treinar, treinar... A verdade é que este pensamento é totalmente incorreto. O período ‘off’ é fundamental para o rendimento. O corpo precisa de um intervalo para recuperação. Treinadores e profissionais de Educação Física não cansam de alertar: o sucesso de uma preparação é baseado em três elementos: alimentação, treino e descanso.

A chave de sucesso desse trabalho está em manter um ritmo moderado (na faixa de 70% a 75% da F.C. Máx.), aumentar o volume gradualmente (o corpo se adapta aos poucos a correr períodos maiores), não exagerar na quantidade de repetições e respeitar o tempo necessário de recuperação entre os trabalhos.

Geralmente, após um longão, é aplicado o treino regenerativo com baixa intensidade. As corridas longas variam tanto na freqüência, como na quilometragem, conforme a meta do praticante e seu nível de condicionamento.

Corredores com maior habilidade de velocidade e aptidão para as provas curtas, geralmente, sofrem mais com o longão. Lutam, a cada quilômetro, com a vontade de imprimir um ritmo mais veloz.

Por outro lado, atletas que preferem disputas de resistência, se identificam mais facilmente. Profissionais de Educação Física especializados em treinamento afirmam que qualquer indivíduo pode se adaptar se seguir as orientações corretas e não transformar o trabalho em uma competição.

Nada de apostar corrida no longão, consigo mesmo ou com um companheiro. "O atleta que busca competitividade tem uma certa preferência pelo longo, pois tem o pensamento errôneo de que quanto mais se corre, melhor será o resultado. Os amadores sentem bastante, pois é uma adaptação difícil com relação ao gasto energético, impacto, e alto grau de esforço. Contudo, depois que o corredor se acostumou e a corrida longa se torna confortável, é mais uma parte do treinamento bem aceita", comenta o técnico Miguel Sarkis.

Distância para os treinos longos
Fonte: técnico Nelson Evêncio

Para provas de 5km a 10km
Iniciantes: 8km a 12km – um longo por semana ou dentro de um ciclo de 10 dias
Experientes: 10km a 15km – dois longos dentro de um ciclo de 15 dias
Atletas competitivos: até 20km – dois treinos longos por semana ou dentro de um ciclo de 10 dias

Para provas de 15 a 21km
Iniciantes: 16km a 21km ou duração 1h40/2h10 – um treino longo a cada 15 dias
Experientes e atletas competitivos: até 20km a 24km ou duração 1h20/1h35 – um por semana ou a cada 10 dias (experientes)/um ou dois treinos longos dentro de um ciclo de 10 dias

Para maratona
Debutantes e corredores participativos: 24km, 30km a 32km ou duração 2h35/3h15/3h30
Atletas competitivos: 32km a 36km ou duração 2h/2h20

RITMO DO LONGO PARA MARATONA:
Iniciantes: confortável – entre 70% e 75% da F.C. Máx, não deixando passar de 85%. Um treino longo com intervalo de no mínimo 15 dias
Atletas: confortável – um treino entre 70% e 80% da F.C. Máx e outro progressivo, não passando de 85% da F.C. Máx. Dois treinos longos por semana ou dentro de um ciclo de 10 dias.

A função do treino longo é de adaptação do organismo para ganho de resistência, aumentando a capacidade aeróbia. Também fortalece o coração, músculos e ligamentos das pernas, melhoram o sistema de irrigação sangüínea dos músculos, elevam a autoconfiança e treinam o corpo para ser mais eficiente em queimar gordura e poupar os estoques de glicogênio. A preparação psicológica é outro fator importante. O corredor ganha confiança e, com o tempo, percebe que está pronto para novos desafios.

Especialistas não recomendam percorrer a distância da prova durante uma sessão de treino.
"É indicado o uso dos treinos longos, porém, vale a pena cada corredor avaliar se há necessidade de aumentar seu longão só porque pretende competir numa distância acima da que está acostumado. Podemos citar o caso de um atleta que faz 15km de duas a três vezes por semana e quer competir uma meia maratona. Não há razão para correr 21km antes do dia da prova, já que a diferença de quilometragem é pequena, de apenas 6km, e irá se adapta facilmente", disse Sarkis.


Por Renata Rondini
Matéria publicada originalmente na Revista SuperAção (Ed. 22)



Escrito por Marildo às 08h07
[] [envie esta mensagem] []



[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]


Histórico
Votação
Dê uma nota para meu blog


Outros sites
Corpore
Ativo
th5 eventos & aventuras
Percorrere
Monitores Polar
Nike
acoruja
Puro Esporte
Ironman Sports
Treino Online
Atletas Solidários
Mídia Sport
Run e Fun
Track & Field Run
Runner Brasil
Revista O2
Copacabana Runners
Run for Life
Club de Corredores
JJS Eventos
CORDF
ABC
ARCOR
Web Run
Berkanas Tênis
InterEsportes
Chip Timing
PMS - Esportes
Fitotraining
Revista Runner's World
Corredores de Rua
New York Road Runners (EUA)
Pão de Açucar Club
Run Notes
Corredor das Praias
Corredor Perezoso (Espanha)
O Mundo da Corrida
High Speed Run (EUA)
Las Cosas Del Correr (Espanha)
Carreras Populares (Espanha)
Run Ana, Run! (Argentina)
El Atleta (Espanha)
Diario de un Corredor de Fondo (Espanha)
Correr para Contarla (Espanha)
Marcelo correunpoco (Argentina)
Wander Nardino
Fernando Xavier
Tradutor OnLine
Radiohead (Espanha)
Maratona Qualidade de Vida
Saúde em Movimento
RunnerSP
Atividade Física e Saúde
Keep Running - Nadais
Informativo Podium-Walmir
Eu corro porque...
Fábio Namiuti
Correr é Viver
A Minha Corrida (Portugal)
Diário de uma Corrida (Portugal)
Blog de Toto (Portugal)
Ana Paula Pinto (Portugal)
Courir Plus Haut - Titifb (França)
Active Runner - W.Lobo
Just Run - Luciane
Runners - André
Rodolfo Lucena
Vou e Volto correndo - Wladimir RJ
Jorge Maratonista II
Vivendo e Correndo - Régis
3 mais - Thiago
Let's Finish - Robert Mayoral (Argentina)
A Febre do Tartaruga - (Portugal)
Amo Correr - Angela
Arariboia Runners
Doenças & Prevenção
Pégasus Running - Jerdal
Fotos Gratuitas - Nete&Val
Corrida Pra Sempre - Fabiana
Sidney FEFIS
Salada Verde
Run For Free - Hoffmann
Pace Magnifíco - Guilherme
Correr...devagar mais sempre! (Bruno-RGS)
E-Corredor - Paulo Massa
Running Kitigai - Mayumi
Portal do Corredor
Revista Runner's Brasil
Vencendo Kms - Edgard
Por que eu corro... - Eduardo
Um Pace de Mágica - Xampa
Maraturista - Hideaki